Kill your parents

Texto 14 set.

40 مقاتل من هم،
من قاعدتهم،
ترك مدرعة، والذهاب إلى، وانتقل إلى سرقة،.
في طريقهم ذهبوا، رجل يبلغ من العمر،
يا رجل يبلغ من العمر، أحييكم فرحي،
رجل يبلغ من العمر،
رجل يبلغ من العمر ووريورز،
الجحيم حيث تذهب،
حيث تذهب الأبطال،
نذهب لوضع الخطوة على العدو. الجحيم على الأرض العدو
يأتي انضمام إلينا رجل يبلغ من العمرعن الهجوم،
الجحيم عن الهجوم،
"لا استطيع أصدقائي،"
"لأنني رجل يبلغ من العمر"

Vídeo 14 set. 1 nota

Helping Johnny remember (Educational 1950 movie)

Ajudando Johnny a lembrar (Filme educacional dos anos 50)

youtube.com/watch?v=mPo91qSo6Sw

Texto 14 set. I.T 04 - AntaroChranon - Necessidade do sofrimento espiritual e carnal

Março de 2014. 

Espiritual 
- Na neutralidade espiritual, o sofrimento variável de cada existência atua como deformador, visto superficialmente.
Porém, como afirma um dos mais conhecidos filósofos pessimistas, Schopenhauer, o sofrimento é ignitor da procura pelo bem. 
A procura pelo bem absoluto, por sua vez, solve a neutralidade na formação. 

Simplificando: A miséria, o caos e a morte fazem com que o espírito neutro indague por sua essência ativa, tanto deformadora quanto formadora, acabando a neutralidade do ciclo. 

- Na formação espiritual, a aflição e a morte, em um universo majoritariamente habitado por espíritos formadores, proporciona a vontade de conversão espiritual -própria-, a fim de causar estabilidade entre a vida carnal, consequentemente, mantendo a essência do ciclo como formadora até o fim do ciclo. 

Carnal
- Num ciclo de formação, a morte e a dor trazem mais ternura para com a vida. Originando a vontade de conservação espiritual, tanto pessoal quanto geral. A exemplo da religião e o fim dos tempos, o apocalipse “carimba” sua essência e silencia as vibrações do seu âmago, já cercada pelo caos e agonia, findando assim o ciclo. 


Texto 13 set. Dicotomia

Outrora, amante da animalidade,
Agora, machucados são os sentidos.
Minha dicotomia efervesce entre a brutalidade.
Metade ignora triste a súplica dos feridos,

Metade aplaude o sangue derramado em cortinas vermelhas,
A pressão da ética embaralha a linguagem corporal humana,
"Se o caos descontenta tanto, por que no inferno, sorrisos sua foz emana?"
Perguntam as franzidas, dobradas, curiosas sobrancelhas.

Texto 13 set. Desistência da verdade

Tudo que os olhos observam são apenas inverdades, 
Com a mais cara das invenções, os homens aperfeiçoaram a mentira. 
A redoma de desprazer provoca o sentido de alarde, 
Todo o desespero apodera-se de corpo, o invade. 

Há quem conte a verdade, mas este está sempre sobre a mira, 
Calado perante os mais mentirosos visuais. 
Esbarrando-se em sátiras da única verdade. 
Afoga-se entre mais uma ilusão, das mais pessoais. 

Entregando-se ao novo desconforto da paixão, 
Atira-se à droga, que antes repugnante, 
Assoma, agora, reluzente, 
Musa mentirosa dos seres errantes. 

A paixão pelo verdadeiro prazer não cativa como antes, 
Visões trocadas, seus olhos percebem novos semblantes. 
Amor exagerado por si, desprezo pelos semelhantes. 
Com a mais caras das invenções, o homem corrompe a simplória. 

Entre raros segundos de verdades, 
Afogaram-se as chances de observarem a glória, 
Cegos e drogados pelo pélago da escória.
Não há mais razão de mostrar as veras em alardes.  

Texto 9 set. untitled

Em duvida de alma humana, corre os sentimentos pelas agulhas, 
Todas as dúvidas traduzem-se em pura angústia, 
E a tristeza avulsa entre a carne, enche o peito de novas fagulhas, 
Das agulhas, do sangue, escorre a única e conhecida agonia. 

Tanto desprazer em conhecer o sentimentalismo, 
Suga meu ser desprovido da mente sã, o eterno retorno do niilismo.
Sem que as interrogações se completem, 
O tempo mente, e volta, entre as lagrimas que a mim refletem. 

Parcialmente sincero, parcialmente efêmero.
Fragmentos de minha existência partem a outro tempo,
Outros pontos desconhecidos por qualquer gênero,
Distimia é dominante entre todo meu trastempo.

Texto 9 set. Berço de uma nova era

Incontrolável é o caos dentro do humano, 
Sentimento lascivo disposto a ejacular todo gosto mundano. 
Sentido decaído, jorra toda vida ao chão, 
Prepara um novo lar a todo o sangue e órgão. 

As mãos sacodem as lâminas, lentamente. 
Rasgando o peito de outro ser sórdido.
Caos é odioso, caos humano é hediondo. 
Impunidade mental deste sentimento inconveniente,

Anjoso, presunçoso e cada vez mais presente; 
O caos é ominoso, caos humano é repugnante. 
Caos humano é ávido e precipitado; 
Caos humano é o berço do ser modernizado.

Texto 9 set. Incompletas Teorias 01 Parte 3- AtaronChranon/Oroborus - Do Tempo

Texto da mesma época da parte 2, com um menor resumo, mais objetivo e mais técnico, visando extinguir qualquer imprecisão sobre a relação entre o cíclico e o atemporal.

ATARONCHRANON/OROBORUS - O tempo

º A ciclicidade do tempo não nos transparece por dois motivos:

-Grandeza do ciclo em relação ao ser: Assim como nossa existência, que nos parece continua e longa, mas é efêmera, assim é o tempo, que com sua grande extensão, gera a nós, seres tão efêmeros quanto o tempo, a falsa ilusão de continuidade.

-Variação de “caos” em cada ciclo: Sutis variações de cada ciclo distorcem a percepção de eterno retorno, criando outra falsa noção de continuidade. As variações são constituídas principalmente de pequenos ciclos sociais, locais e climáticos (Ciclos menores). Que influenciam indiretamente e diretamente na variação de acontecimentos no ciclo. 

º Apesar de cíclico, o espírito atemporal te a liberdade de existir carnalmente em toda época possível, desde que seja no Existencial-Carnal atual. 

º O Ciclo Existencial-Carnal é regido por ciclos menores, mas complexos, agindo em concórdia determinadas vezes. Sendo assim, o ciclo Existencial-Carnal apresenta caminhos parciais, podendo apresentar variedades em finais, permitindo assim a liberdade de metamorfose da essência, e a liberdade da carne e do espírito. 



Texto 8 set. Incompletas Teorias 01 Parte 2- AtaronChranon/Oroborus - Dever e Essência de um espírito atemporal
Textos mais recentes e resumidos, com modificações nas nomenclaturas, agora também nomeado de Oroborus, conceito hindu de infinidade. 


ATARONCHRANON/OROBORUS - Dever e essência de um espírito atemporal 

- Formação : 
Um espírito de formação é responsável pelo inalterabilidade espiritual, e no contexto temporal aplicado no carnal, a estabilidade carnal da essência de formação do ciclo existencial. 

º - Seu dever carnal - no contexto de nossa atual existência - é a conservação da ordem, seja pela ordem política, social, mental ou espiritual, sendo assim, imutável a essência da sua ação, mas mutáveis os meios. 
O mantimento carnal da vida geral, qualquer que seja a essência a ser preservada. Em outras palavras, seu dever é a conservação da paz carnal, evitando uma maior instabilidade entre o atemporal e o temporal. 


Porém
, é preferível a conservação carnal de um espírito de formação do que um espírito atemporal de deformação, pois, a maioria carnal de formação traria o equilíbrio necessário à caracterização de um ciclo de formação, evitando a dor carnal -que é pura representação da vontade do ser primitivo que habitamos.- Em ponto de vista espiritual, esta é a garantia do direito de eliminação carnal de um espírito deformador, desde que este ponha em risco a constância do âmago de um ciclo. 

- Neutralidade
Um espírito em estado imparcial tem uma essência parcialmente imutável, como todos os outros espíritos, porém, esta essência está inativa, adormecida. Todavia, pelo seu estado de neutralidade, a formação e deformação são alcançadas com chances iguais, dando a acepção da fragilidade de sua essência primitiva, apesar de praticamente imutável, tornando-se corrompível a qualquer outra essência. 

O dever da deformação inexiste, pois está nele aplicado o conceito do niilismo metafísico


Texto 8 set. Incompletas Teorias 01. O AtaronChranon

O AtaronChranon. Velhos textos do fim do ano passado, propondo a interligação entre os ciclos, tanto os sociais, quanto os carnais, mentais e espirituais e admissão de um ciclo maior, o qual rege todo o universo, todavia, não representa divindade alguma.  
Quanto menor tal ciclo, mais influência ele exerce sobre um maior, e mais o maior seguirá com mais variações, porém, com um ciclo predefinido. 

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º ATARONCHRANON – Nomenclaturas e Introdução.

 

-Se os espíritos não envelhecem, são eles atemporais?

Se atemporais, poderiam reencarnar no passado?

O tempo, já que relativo, poderia ser cíclico em relação ao espírito?

Há espíritos que apenas vagam, esperando, ou não, o determinado ponto do ciclo, para encarnar em si?

Poderia eu vagar o universo como espectador?

Se o tempo é cíclico, e o espírito atemporal, poderia ele, em determinado ponto, segundo, plano, visitar a si?

Poderia ser Deus, o espírito Espectador atemporal?  

E se Deus, sendo este espectador, precisasse entrar, e sair, causando o começo, o fim, e o novo começo?

Poderia ser o fim considerado o começo, já que cíclico?

Poderia ser os espíritos atemporais, limitados e categorizados?

E já que únicos, poderiam eles ser variações da entrada do Espectador?

E já que variações, seriam suas junções, todo o espírito Espectador?

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Índice:

1 - Nomenclaturas

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1 - Nomenclaturas

 

º Ataronchranon: Em seu estado de divisão, é chamado de Espírito Espectador Atemporal (E.E.AT). Seu estado primitivo é singular, o tempo inexiste até sua construção final.

¹ Seu estado de divisão acontece quando um plano em divisão e ciclo final une-se ao Ataronchranon (Estado primitivo), formando a primeira divisão, seu passado-meio-futuro, e o tempo cíclico.

² Há também a aparição de suas divisões por meio da criação de seu próprio tempo. Ataronchranon, que até então encontrava-se inativo, viaja entre sua existência em eterna construção até o fim que o mesmo cria.

O Ataronchranon apresenta duas categorias:

¹ - Formação: Em seu ciclo existencial final, a maioria E.E.AT em carne apresenta características de Formação, sendo assim, a sua união com o Ataronchranon primitivo apresentará uma maioria de Formação;

(E.E.AT (Formação): Ataronchranon Complexo + E.E.AT (Formação): Ataronchranon Primitivo), influenciando em seus ciclos e sua formação final de complexidade. 

² - Deformação: Em seu ciclo existencial final, a maioria E.E.AT carnal apresenta a subcategoria espiritual de Deformação, assim, a união com o Ataronchranon Primitivo apresentará maioria de Deformação.

(E.E.AT (Formação): Ataronchranon Primitivo - E.E.AT (Deformação): Ataronchranon Complexo);

 ou;

(E.E.AT (Deformação): Ataronchranon Complexo + E.E.AT (Deformação) Ataronchranon Primitivo).

º Espírito Atemporal: É a fragmentação do Ataronchranon, em estado de divisão apresenta número finito, dividido em categorias, e três subcategorias cada.

(Um espírito atemporal pode sofrer metamorfose de categorias quando em mundo carnal, seja qual for sua subcategoria. Estará sempre sujeita a mudanças, pela fragilidade da consciência carnal.).

(A metamorfose de seu espírito fluirá naturalmente por doutrina do mesmo fragmento, em outra consciência carnal.).

Como fragmentos do Ataronchranon, a maioridade de consciências com determinadas subcategorias é definida pela construção da divisão do Ataronchranon:

(Por meio do outro plano – outro Ataronchranon-, a maioria poderá variar apenas de Formação e Deformação, já que o plano mencionado se encontra em último ciclo e divisão, suas subcategorias já estarão definidas, e a neutralidade inexistirá.).

(Se sua divisão for criada por si mesmo, a maioridade das subcategorias espirituais estará dividida igualmente em Formação e Deformação, se sua divisão não é exata, a neutralidade (Não formada) assume a essência do espírito) 

(Quando os últimos E.E.AT do ciclo existencial-total apresentam a categoria de Deformação ou Formação, o espírito se incorpora mais à sua subcategoria, o que explica a existência de um espírito que apresenta uma subcategoria em Estado Primitivo, onde sem ou com conhecimento, seus atos têm a essência da respectiva subcategoria)

As subcategorias apresentam seguintes características:

¹ Formação: Atua como agregador de Espíritos Atemporais, conforme seu nível em relação ao estado de tempo carnal, a definição deste espírito ocorre por duas motivações.

|A) Estado primitivo:

Seu espírito pende a ações de formação, por desconhecimento ou conhecimento, não importa a categoria de sua ação, a essência de seus atos será sempre a de formação e união de fragmentos (Em existência Cíclica-Carnal),(União e conversão de espíritos).

|B) Conversão espiritual-carnal:

Por meio de doutrinação ou aquisição de conhecimentos carnais, seu espírito, seja qual for a categoria, será corrigido por meio da consciência (se a conversão for por obtenção de conhecimento carnal) a atuar de maneira Formadora. A doutrinação corrigirá seus atos por causalidades espirituais e também por meio da consciência carnal, já que sua doutrina reformulará o espírito.

 

² Não formada (Desconhecimento): O desconhecimento (em consciência carnal) leva à degradação da formação, a essência de seus atos, então, será variável.

Esta é a subcategoria de maioridade em espíritos atemporais, apresentando um equilíbrio entre a Deformação e a Formação com base no conhecimento. Quanto mais conhecimento nesta subcategoria espiritual, maior será a capacidade de escolha e mudança ( Deformação à Formação; Formação à Deformação ) com consciência de seus atos.

Assim sendo, a maioria espiritual apresenta um equilíbrio em ações, conhecimento e disposição de essência.

³ Deformação: Atua como degradante, separador de E.E.AT (Afastando os fragmentos da formação do Ataronchranon), conforme seu nível em tempo e contexto do mundo carnal, sua categoria de deformação ocorre por duas motivações:

|A) Conhecimento: Tem como degradante a Essência de seus atos, não importa a categoria do ato. A origem desta categoria espiritual dá-se por dois motivos;

¹ Conhecimento: Em seu estado inicial (Desconhecimento), após a sua formação de consciência espiritual, a essência de seus atos o tornou-se Degradante por escolha carnal-espiritual, seguindo o contexto do mundo carnal e causalidades do Tempo Cíclico-Fragmental.

² Estado primitivo:

Assim como o de formação, a essência de seus atos penderá à Deformação, pois desta desigualdade surgiu a primeira divisão do Ataronchranon, formando a fragmentação. Suas ações terão sempre a essência de deformação.

 

 

º Tempo:

Existem duas de tempo, onde a segunda apresenta duas subcategorias:

¹ Cíclico-Ataronchranon: Início, meio, fim e início dos ciclos existenciais. Existe um número limitado de ciclos.

Em seu final, a união dos seus espíritos atemporais resulta em um novo Ataronchranon Complexo, viajando a outro plano, fundindo-se a outro Ataronchranon (Primitivo).

(A maioria sub-categorica existente em seu ciclo final define a categoria do Ataronchranon, como já mencionado.), criando a variação de espécie existencial.

As fusões do Ataronchranon são infinitas. (As fusões sempre acontecerão em novas condições e espécies de espíritos atemporais/carnais). Quando um Ataronchranon Complexo desloca-se de seu plano, um novo Ataronchranon Primitivo surge do vácuo espiritual.

 Este tempo ocorre simultaneamente em vários planos.

²- Cíclico-Fragmental: Início, meio e fim, dividido em relação Existencial-carnal e Existencial total:

|A) Existencial-Carnal: A vida tem seu início, seu meio e fim, é variável.

 Dá-se início quando é definida a sua subcategoria espiritual atemporal, o que pode nunca ocorrer em seu tempo carnal.

(Caso o espírito permaneça em Não Formação (Não formada), então seu espírito não estará definido, embora possa sempre sofrer mudanças conforme seu tempo de consciência carnal).

(Quando sua subcategoria não é definida, seja de que forma acontecer (Morte carnal, inatividade espiritual espontânea…), a reação ao mundo carnal e ao Cíclico-Ataronchranon será nociva, pois, claramente, a neutralidade não definirá o Ataronchranon como Formador ou Deformador.)

Seu meio ocorre quando a função de sua subcategoria espiritual é exercida.

Dá-se o fim quando o corpo carnal perde a consciência, ou deixa de exercer suas funções espirituais (Depois de exercidas, não confundir com Inatividade Espiritual Espontânea (I.E.E).)

Neste último caso (Deixar de exercer funções espirituais enquanto consciente em carne), seja qual for o motivo, será nociva ao tempo Carnal-Cíclico.

-Esta categoria não segue um ciclo predefinido, será sempre variável, mas sua existência influenciará a segunda categoria-

|B) Existencial-Total: Ligada ao tempo Cíclico-Ataronchranon, seguindo a trilha variável, por sofrer influência do tempo Existencial-Carnal. Início, meio, fim e início, sempre diferentes em relação às características carnais.

Tem início quando o primeiro Espírito Atemporal tem consciência mental-carnal.

Seu meio ocorre com o conflito entre Espíritos atemporais de subcategorias diferentes no mundo carnal (Guerras, debates, filosofias, religiões…).

Dá-se o fim quando nenhum ser carnal tem condições básicas de sobrevivências, ou quando os E.E.AT deixam de exercer suas funções sub-categoricas (Todas= Maioria espiritual/carnal)

Quando a existência carnal de determinada subcategoria atinge a maioria, então este é o fim de outro ciclo existencial, com estes mesmos seres carnais e espirituais mais seguros em suas subcategorias (O que define um espírito com subcategoria definida antes de uma formação por meio da neutralidade -Estado primitivo-). Tem-se o início de outro ciclo existencial.

Quando a existência carnal desaparece totalmente, tem-se um novo ciclo sem mudanças ao estado primitivo de certos espíritos, e sim com mudanças em características carnais em relação à moradia da consciência mortal.

Chegando à quantidade máxima de ciclos Existenciais-Totais, tem-se um novo Ciclo-Ataronchranon.


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